Efetividade de protocolos para prevenção de erros de medicação em unidade de terapiaintensiva: uma revisão integrativa
Palavras-chave:
assistência em saúde, erros de medicação, protocolos, segurança do paciente, unidade de terapia intensiva, UTI neonatal e pediátricaResumo
Os erros de medicação representam um dos principais eventos adversos na assistência à saúde, especialmente em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), onde a complexidade do cuidado e o uso de múltiplos fármacos aumentam o risco de falhas no processo medicamentoso. O objetivo deste estudo foi analisar as evidências científicas acerca da utilização de protocolos na prevenção de erros de medicação em UTIs. Os artigos usados foram obtidos nas bases de dados SciELO, PubMed, LILACS e Springer, considerando publicações entre os anos de 2020 e 2025, nos idiomas português e inglês. De 7.063 artigos, 12 foram incluídos. Os resultados evidenciam que os erros de medicação estão frequentemente associados a fatores como sobrecarga de trabalho, falhas na comunicação, ausência de padronização e limitações estruturais. Em suma, a implementação de protocolos, associada à atuação multiprofissional e à organização dos processos de trabalho, é fundamental para promover a segurança medicamentosa em UTIs, sendo necessária a adoção de estratégias institucionais contínuas voltadas à qualificação da assistência.